LGPD para pequenos lojistas: o que a vitrine precisa mostrar
A Lei Geral de Proteção de Dados entrou em vigor para valer em pequeno e médio negócio, e a loja que vende online coleta dados do cliente no momento do pedido: nome, telefone, endereço e histórico de compras.
A quem o cliente está entregando os dados
A política de privacidade precisa nomear quem controla os dados — com razão social e CNPJ — e dizer para que eles são usados. No MenuLoja, essa identificação fica no rodapé das páginas e na política de privacidade, porque a vitrine é pública.
Coletar o mínimo e explicar na hora
Endereço só quando há entrega, telefone só quando há contato, e a finalidade de cada dado declarada no momento em que ele é pedido. Dado que a loja não usa, não tem por que pedir.
Canal para o cliente exercer o direito
Confirmação de dados, correção, portabilidade e exclusão precisam de um caminho previsível — normalmente o mesmo WhatsApp que já atende a loja. Sem esse canal, o direito existe no papel e não existe para o cliente.
Cumprir a lei não é burocracia extra: é a diferença entre uma loja que o cliente confia e uma que o cliente evita. Em venda online, confiança vende mais que desconto.